As Origens Ancestrais dos Signos do Zodíaco

A astrologia influenciou civilizações ao longo de séculos, desde os sacerdotes da Babilónia até aos imperadores romanos, e continua a oferecer orientação às gerações mais jovens que hoje procuram clareza.


Embora os signos do zodíaco e os horóscopos possam parecer uma invenção moderna, a astrologia moldou profundamente civilizações durante milénios, apesar das críticas de cépticos que apontam a falta de evidências empíricas e rigor científico. Esta continua a ser uma ferramenta poderosa para muitos que procuram orientação num mundo imprevisível.

As Origens Antigas dos Horóscopos

A prática da astrologia teve origem na antiga Mesopotâmia, no segundo milénio a.C. Na cidade de Babilónia, as estrelas e os planetas eram usados para interpretar sinais dos deuses.
Os babilónios desenvolveram 12 signos astrológicos, alguns dos quais foram mais tarde incorporados no zodíaco ocidental. No entanto, foram os antigos gregos que nomearam estes 12 signos com base nas constelações e associaram-nos a datas específicas, de acordo com o movimento do sol. Estes signos são Carneiro, Touro, Gémeos, Caranguejo, Leão, Virgem, Balança, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes.

Cláudio Ptolomeu, astrónomo e astrólogo em Alexandria, no Egito, estabeleceu as bases da astrologia ocidental no seu texto Tetrabiblos, onde destacou a interpretação astrológica de caráter individual.

O Reaparecimento da Astrologia na Modernidade

A popularidade da astrologia e dos horóscopos diminuiu com a chegada da Revolução Científica e do Iluminismo. No final do século XVII, a prática da astrologia quase desapareceu. Os horóscopos pessoais só voltaram a ganhar relevância no início do século XX, com o aparecimento das colunas de horóscopo nos jornais.


Hoje, os horóscopos estão mais populares do que nunca. Para além das suas origens astronómicas, a astrologia, segundo especialistas, pode promover um sentido de comunidade e coesão social.

Carl Jung, o famoso psicólogo que estudou os símbolos arquetípicos da astrologia e o seu impacto no inconsciente humano, sugeriu que a astrologia fornece uma linguagem para compreender os padrões universais da experiência humana.

National Geographic